Daslu files judicial reorganization

Source: G1

Daslu, one of the most famous luxury boutiques in São Paulo filed a judicial bankruptcy recovery request this Thursday (8) . This recovery request is a way to save the company, which is in crisis since 2005.

“This is part of a planned restructuring process to balance and resolve the problems that Daslu has been facing since 2005. Due to the legal mechanism that allows the company, in an organized way and with the support of creditors, to readjust their commitments” the company said in a statement.

Judicial reorganization allows the company to renegotiate, in court, the debts they have without having to stop the activities. According to Daslu, the stores will continue to operate normally during the recovery period.

“This solution will ensure jobs and wages of more than 500 employees while maintaining the income of no less than 10 000 families directly and indirectly involved in the Daslu project” the company said.

In March 2009, the owner of Daslu, Eliana Tranchesi, was arrested for crimes such as embezzlement, conspiracy and perjury, as a result of the Narciso operation.

 Daslu said that the process does not affect the release of the brand collections. “The company anticipates that following the approval and implementation of recovery plan, will come a positive return”. Its stores will continue operating normally despite the bankruptcy filing filed this afternoon.

A butique de luxo paulistana Daslu entrou nesta quinta-feira (8) com pedido de recuperação judicial na Vara de Recuperações Judiciais da capital. A recuperação é uma forma de salvar a empresa, que vive uma crise desde 2005.

“Trata-se de um processo planejado de reestruturação para equacionar e solucionar os problemas que a Daslu tem enfrentado desde 2005. Isto porque o mecanismo legal permite que a companhia, de uma forma organizada e com o apoio dos credores, possa readequar seus compromissos”, diz a empresa em nota.

A recuperação judicial permite que a empresa renegocie, em juízo, as dívidas que possui, sem precisar interromper as atividades. Segundo a Daslu, as lojas continuarão a funcionar normalmente durante o período de recuperação.

“Essa solução também permitirá que sejam assegurados os empregos e salários de mais de 500 colaboradores, além de manter a renda de nada menos do que 10 mil famílias envolvidas direta e indiretamente no projeto Daslu”, diz a companhia.

Em março de 2009, a dona da Daslu, Eliana Tranchesi, foi presa por crimes como descaminho, quadrilha e falsidade ideológica, como resultado da operação Narciso.

 A Daslu afirma que o processo também não afeta o lançamento de coleções da marca. “A companhia prevê que, após a aprovação e implementação do plano de recuperação, os resultados positivos retornarão”, diz. As suas lojas continuarão operando normalmente, apesar do pedido de recuperação judicial protocolado na tarde de hoje.

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