2Q 2010: Chinese economy decreases growth

Source: G1

The pace of recovery of the Chinese economy slowed down in the second quarter this year compared with annual growth rate of the previous three months. The economy grew 10.3% in the second quarter over the same period last year. In the first quarter, annual growth of Chinese economy was 11.9%.

The slowdown was attributed to the Chinese government’s measures to stem a credit bubble and insure the rapid appreciation of real estate in the country. Despite the slowdown, the country is still on track to become the second largest economy by the end of the year.

Analysts monitors the  Chinese economy development, whose demand for consumer products, infrastructure and commodities affect sales of companies around the world and therefore the pace of recovery in the global economy.

In the first six months of the year, the lifting of China’s statistics office showed that retail sales grew 18.2% in the country compared with the same period last year, with emphasis on vehicle sales (up 37% ) and household equipment (29%).

The spokesman’s office of statistics, Sheng Laiyun, said the economic slowdown now “will be beneficial for the economy because it will avoid a very rapid growth and overheating (economic).” In the first six months of the year, Chinese inflation was 2.6%, below the ceiling of 3% set by the government.

Already the numbers of income also showed growth during the first six months of the year: 7.5% among urban residents (about 9800 yuan or U.S. $ 1,450 per capita, adjusted for inflation) and 9.5% among Residents of rural areas (about 3000 yuan or U.S. $ 455 per capita, adjusted for inflation).

O ritmo da recuperação da economia chinesa desacelerou no segundo trimestre deste ano em comparação com a taxa de crescimento anual dos três meses anteriores. A economia cresceu 10,3% no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. No primeiro trimestre, o crescimento anual da economia chinesa havia sido de 11,9%.

A desaceleração foi atribuída às medidas do governo chinês para conter uma bolha de crédito e segurar a rápida valorização dos imóveis no país. Apesar da desaceleração, o país ainda está no caminho para se tornar a segunda maior economia do planeta até o fim do ano.

Analistas acompanham a evolução da economia chinesa, cujo demanda por produtos de consumo, infraestrutura e commodities afetará as vendas de empresas em todo o mundo e, por consequência, o ritmo de recuperação da economia global.

Nos primeiros seis meses do ano, o levantamento do escritório de estatísticas da China mostrou que as vendas no varejo cresceram 18,2% no país em comparação com o mesmo período no ano anterior, com destaque para as vendas de veículos (aumento de 37%) e equipamentos domésticos (29%).

O porta-voz do escritório de estatísticas, Sheng Laiyun, disse que a desaceleração econômica de agora “será benéfica para a economia, porque evitará um crescimento muito rápido e o superaquecimento (econômico)”. Nos primeiros seis meses do ano, a inflação chinesa ficou em 2,6%, abaixo do teto de 3% fixado pelo governo.

Já os números da renda também demonstraram crescimento nos primeiros seis meses do ano: 7,5% entre os moradores das cidades (cerca de 9,8 mil yuans ou US$ 1.450 per capita, descontada a inflação) e 9,5% entre os moradores das áreas rurais (cerca de 3 mil yuans ou US$ 455 per capita, descontada a inflação).

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